Viver

Cada Inverno que vivo É um novo recordar Cada Verão que assisto É um velho despertar Esta Primavera de mim É enredo do momento Num dia sou pomar de cetim Noutro sou mar em tormento Ai, se eu pudesse ser manhã E na noite acordar Seria o sol que não entranha E a lua ao... Continue lendo →

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Subjetividade

Podem até cair folhas da minha árvore, aquelas que já podres não se sustentam nos galhos, mas as boas não caem sozinhas. Há quem as arranque sem pedir permissão,mas também há a quem convide a colhe-las. Os frutos esses só eu os colho e dou a provar a quem me mostre o que é amar... Continue lendo →

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