Caminhos: Quénia dia 2: Masai Mara

Há muitos posts atrás iniciei um breve diário de bordo sobre uma das mais extraordinárias viagens que fiz até hoje, mas por falta de tempo deixei para trás. Hoje num soslaio de nostalgia escrevi sobre o dia 2.

se quiserem ler o primeiro dia é só clicarem aqui

Dia 2# Masai Mara

Acordámos com o crepúsculo e de olheiras em bico, e fomos ter com o Peter, o guia que nos iria acompanhar durante aquela primeira semana.

Aproveito para deixar aqui o nome da agência que contratámos : Explorer Kenya Tours and Travel 

De referir que graças ao talento da minha mana gastámos muito menos do que gastaríamos através de uma agência de Viajem. Ela organizou tudo à distância diretamente com agências, hotéis, voos intercidades do Quénia. Uma relíquia esta minha irmã.

Deixámos Nairobi e rumámos a Masai Mara numa carrinha que ia ser o nosso meio de transporte na próxima semana. O Peter não era muito falador, mas era simpático e atencioso.  Tínhamos quilómetros e quilómetros à nossa espera sobre estrads sinuosas e sobre um calor abrasador.

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Viver

Cada Inverno que vivo

É um novo recordar

Cada Verão que assisto

É um velho despertar

Esta Primavera de mim

É enredo do momento

Num dia sou pomar de cetim

Noutro sou mar em tormento

Ai, se eu pudesse ser manhã

E na noite acordar

Seria o sol que não entranha

E a lua ao despertar

Ai esta angustia atormenta

Saber que fui sol e lua

E o medo que me enfrenta

É a morte, pois sou sua

Não posso ser ontem nem depois

Sou o derradeiro agora

Oh morte, por quem sois?

Sois o instante em cada hora…

Ana Diogo (2008-05-30)

Republicado a partir de Poesia e Desencontros da alma 

Dicas de quem percebe

Hello,

Graças a uma dica de uma amiga e Blogger consegui exportar os posts do endereço antigo para o novo.  Aliás aproveitem para visitar o espaço dela que é bastante diversificado e interessante e descubram este mundo de moda e estilo de vida em Telita Life Style.

Caso pretendam fazer o mesmo é só acederem às definições do Blogger > Outros > Conteúdo (páginas, mensagens e comentários) e guardar o ficheiro XML no vosso computador. De Seguida acedem às definições do WordPress > Import  e escolhem o dominio do blog anterior, cliquem em import e voilá a magia acontece. Continuar lendo

“Quando não souberes o que fazer pensa no que não queres para ti. “

Este foi sem dúvida o melhor conselho que alguém, muito especial para mim, me deu um dia. Na altura esta mensagem chegou porque estava numa relação que indubitavelmente me estava a destruir. Mas isto aplica-se  em tudo na vida.

É mais fácil definir metas quando listamos as coisas que não queremos para a nossa vida, do que começar pelo que queremos, pois muitas vezes temos necessidade de mudar mas não sabemos por onde começar.

Este conselho foi me dado há muitos anos atrás quando lutava para que uma relação de anos funcionasse, mas não tinha ainda chegado à conclusão que era a única que estava a lutar por isso. Sabem quando todos os que estão à vossa volta vêem que a relação onde estão não está a funcionar mas não conseguem perceber isso, embora esteja à vossa frente todos os indicadores óbvios de que é tempo de dizer “chega”? Foi o que me aconteceu, até que alguém se chegou ao pé de mim e perguntou “porque é que estás numa relação onde notoriamente não és feliz?” A minha resposta era óbvia “Não sei, mas eu gosto dele” . E eis que chega o conselho sábio “Se não sabes o porquê, pensa no que não queres numa relação  e principalmente no que não queres para o teu futuro e depois reflete se vale a pena ou não continuar a lutar. ” Continuar lendo

Para onde vou?


Ando sem inspiração para escrever. Nem sempre as palavras fluem como gostaria, embora dentro da minha mente as palavras corram de um lado para o outro em alvoroço mas desencontram-se a meio do caminho.
Sempre tive blogs , já conto com um historial imenso de blogs, desde pelo menos 2004. Agora fazendo as contas já passaram 13 anos. Como é possível?  Ainda era uma miúda cheia de sonhos, e o conteúdo era completamente diferente do atual. Eram na sua maioria posts de poemas  e pensamentos.  Contudo sinto que o conteúdo  era mais coeso  do que é atualmente. Agora escrevo sobre temas dispersos, escrevo o que me vem a cabeça, o que nem sempre é interessante.

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Subjetividade

Podem até cair folhas da minha árvore, aquelas que já podres não se sustentam nos galhos, mas as boas não caem sozinhas. Há quem as arranque sem pedir permissão,mas também há a quem convide a colhe-las.

Os frutos esses só eu os colho e dou a provar a quem me mostre o que é amar sem pedir nada em troca.

Depois dos 30

Embora a idade seja apenas um número, a verdade é que as coisas começam a mudar depois dos 30.
 Deixamos principalmente de fazer fretes e passamos a conseguir dizer mais vezes um Não sincero, em vez de uma desculpa piedosa.
Começamos a dar menos importância à opinião de certas pessoas, principalmente a opiniões de comadres de serviço ,  a quem não pedimos qualquer opinião, mas que estão sedentas por uma boa richa social que alegre os seus dias monótonos.
As coisas têm outro valor, aprendemos a dar mais importância à qualidade do que à quantidade. Isto aplica-se não só a pequenas coisas, como um casaco que pode ser caro mas durar mais, como também às amizades em que o ciclo de amigos fica mais fechado.
Passamos a ser muito mais realistas, não que sonhemos menos, mas ganhamos uma maior consciência de quão difícil é atingir determinados objetivos. Medimos os riscos e as consequências de uma forma mais calculista e decidimos se vale ou não a pena apostar.

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